“Com o Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante e seu terminal de cargas funcionando naquela região, Ceará-Mirim tem uma posição geográfica favorável para ganhar um Distrito Industrial e alavancar sua economia”, justificou Ezequiel Ferreira.
Representante da sociedade civil organizada, o empresário José Sally, defendeu que chegou a hora de Ceará-Mirim. “Estamos há 5 km do aeroporto de cargas, temos água, terreno, colégio agrícola e usina. De imediato empregaríamos cerca de mil pessoas e transformaríamos Ceará-Mirim numa cidade que gera emprego e renda”, defendeu.
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